segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

MOVIMENTOS SOCIAIS JÁ ESTÃO NAS RUAS DO PAÍS EM APOIO A DILMA


apoio a dilma
Em ato em SP, manifestantes levam bandeira do Brasil para defender a democracia

Movimentos organizados do Campo, por moradia, sindicalistas e Jovens filiados a partidos políticos do campo do governo ou organizados em movimentos estudantis se preparam para uma série de manifestações  contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff acatado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) nesta semana.

No entanto, todos os apoiadores do governo dispostos a ir para a rua, são unânimes em exigir mudanças na condução da política econômica e um compromisso da presidente Dilma Rousseff de atender a pauta constante de reivindicações já apresentadas.

Esse é o tom, por exemplo, dos atos programados por jovens no Rio de Janeiro em uma agenda unificada, chamada pela juventude do PT, do PDT e pela União de Juventude Socialista (UJS) que inclui, entre outras atividade, o ato “Dilma Fica e Melhora, Cunha Sai Fora”.

O mesmo viés é adotado pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) que define uma série de manifestações “contra o golpe”.

“Vamos para a rua contra o golpe, em apoio à presidente Dilma, mas também para exigir uma mudança de 180 graus na economia. Queremos voltar à pauta de 2014, que previa o desenvolvimento, mas com distribuição de renda”, disse Alexandre Conceição, coordenador nacional do MST.

“Que moral este presidente da Câmara tem para pedir o impeachment da presidente?”, questionou Conceição.  “isso é um golpe”.

“Nós temos o nosso calendário de lutas mas, diante de um absurdo deste, vamos intensificar as manifestações”, disse.

Coordenador do Movimento dos Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, também aponta disposição para manifestações nas ruas contra o impeachment, no entanto, mantém a postura crítica em relação à condução da economia.

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