A Secretaria de Portos aprovou o retorno da exploração da área onde funcionou o moinho de Ilhéus, numa região pertencente ao Porto de Malhado. A portaria foi publicada no dia 24 de dezembro.
A Companhia das Docas da Bahia (Codeba), órgão responsável por administrar as áreas públicas portuárias do Estado, deve fazer uma licitação. A proposta de reabrir o equipamento é discutida desde março de 2014.
Os empresários do setor industrial devem investir cerca de R$ 36 milhões para recolocar o equipamento em funcionamento. O objetivo é atraior outros investimentos em torno do moinho.
A estimativa é de que em seis meses o moinho deve estar reativado. No auge da operação, calcula-se que o moinho possa processar 360 toneladas de trigo por dia e gerar 120 empregos diretos e 360 indiretos.

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