quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Carnaval terá mais de 2,4 mil sanitários químicos nos circuitos

Carnaval terá mais de 2,4 mil sanitários químicos nos circuitos
Foto: Patrícia Kappen/G1
Os circuitos do Carnaval de Salvador contarão, neste ano, com 2.441 sanitários químicos e 468 sanitários em espaços climatizados. De acordo com a Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb), os equipamentos estarão em 118 pontos da cidade, próximos aos circuitos Batatinha (Pelourinho), Osmar (Campo Grande), Dodô (Barra-Ondina) e Riachão (Garcia). Também haverão pontos com sanitários na região do Iguatemi, no estacionamento de trios e na Transalvador, além de 19 módulos para pessoas com deficiência espalhados pela cidade. A atuação do bloco da limpeza contará com 190 veículos, dentre eles carretas-pipa, caçambas, caminhões-pipa, ônibus, caminhões e caminhões-baú auxiliarão no processo de limpeza e coleta de resíduos. A estimativa é que sejam coletados, aproximadamente, 1.800 toneladas de resíduos. Este serviço contará com a parceria de 13 cooperativas e uma associação de catadores. No total, serão 260 cooperadores e três mil catadores de latinhas parceiros. Serão nove turmas trabalhando, 862 agentes de limpeza, 642 de varrição, 156 de coleta e 64 de lavagem de vias e logradouros.

Diga aí, Governador’: Governo entrega 1,5 mil unidades do MCMV na Bahia

‘Diga aí, Governador’: Governo entrega 1,5 mil unidades do MCMV na Bahia
Foto: Mateus Pereira/GOVBA
O governador Rui Costa divulgou, nesta terça-feira (2), que entregará 1,5 mil unidades do programa Minha Casa, Minha Vida na Bahia. Durante o programa “Diga aí, Governador”, o gestor informou que haverá a entrega simultânea em diversas regiões do país nesta quarta (3). Na Bahia, serão 500 unidades em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), 500 em Luís Eduardo Magalhães, no extremo oeste do estado, e 500 em Salvador. “Dá um orgulho quando a gente entrega a chave [das casas]”, confessou Rui. Às 9h30, o governador participa da inauguração do Residencial Lagoa da Paixão Setor I, na Fazenda Coutos, subúrbio ferroviário. No programa, Rui falou ainda sobre o Carnaval 2016, a inauguração da Estação Pirajá, do metrô de Salvador, e da abertura do ano legislativo na Bahia.

Forças Armadas visitam Salvador e cidades do interior em campanha de combate ao aedes

Forças Armadas visitam Salvador e cidades do interior em campanha de combate ao aedes
Foto: Marcelo Camargo/ Agência Reprodução/ Falupa
Os municípios de Ilhéus, Porto Seguro, Juazeiro, Bom Jesus da Lapa e Salvador devem receber 1.807 militares da Marinha do Brasil na Bahia para a segunda etapa da campanha nacional que envolve as Forças Armadas no combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue, febre chikungunya e zika vírus. A nova etapa acontece no próximo dia 13 de fevereiro. Segundo a Marinha, na ação, que é coordenada com o Ministério da Saúde e autoridades locais, os militares distribuirão material impresso com orientações para a população sobre como combater o mosquito. Na capital baiana, o efetivo atuará em bairros como Comércio, Subúrbio Ferroviário, Nazaré, Barbalho e Liberdade. A terceira etapa deve acontecer entre os dias 15 e 18 de fevereiro. Nela, militares visitarão casas para verificar possíveis focos de proliferação do mosquito e orientar moradores em como evitar a reprodução do principal vetor da tríplice epidemia.  

Em rede nacional, Dilma convocará população para combate ao Aedes aegypti

Em rede nacional, Dilma convocará população para combate ao Aedes aegypti
Foto: Gustavo Lima/ Câmara dos Deputados
A presidente Dilma Rousseff fará nesta quarta-feira (3), às 20h20, em cadeia de rádio e televisão, pronunciamento oficial para pedir apoio de todos os segmentos da sociedade e governos federal, estadual e municipal para combater o aedes aegypti. Na fala, que terá pouco mais de seis minutos e foi gravada na tarde de segunda-feira, 2, a presidente pedirá a mobilização da população para combater os criadouros do mosquito evitando assim que o zika virus continue a se proliferar. Além de fazer um balanço e apresentar as ações adotadas pelo governo até agora, a presidente Dilma chamará a atenção para a mobilização nacional, marcada para o dia 13 de fevereiro, sábado depois do carnaval, com o apoio das Forças Armadas. Segundo a presidente, esta será a primeira grande operação, a partir do governo federal, que contará com a participação de 220 mil homens e mulheres das Forças Armadas e de várias outras áreas do governo. Ela lembrará ainda que, com o reinício do ano letivo, a partir de 19 de fevereiro, estudantes de todo o Brasil serão envolvidas nesta "verdadeira guerra" contra o mosquito.

Prefeitura disponibiliza 3 mil vagas na Zona Azul durante o Carnaval

Prefeitura disponibiliza 3 mil vagas na Zona Azul durante o Carnaval
Foto: Almiro Lopes / Correio
Os foliões que preferem chegar de carro aos circuitos do Carnaval terão três mil vagas de estacionamento na Zona Azul em cinco pontos diferentes. Segundo o jornal Correio, a Prefeitura viabilizou este ano mil vagas a mais do que em 2015. Nas proximidades do circuito Barra-Ondina, os motoristas poderão estacionar na Avenida Anita Garibaldi, na Avenida Princesa Leopoldina e na Rua Sabino Silva. Para o circuito Campo Grande, as vagas podem ser encontradas na Avenida Estados Unidos, Rua Portugal, Rua da Conceição da praia, Rua da Mouraria, Avenida Joana Angélica, Rua do Salete, Vale dos Barris, Rua Comendador José Alves Ferreira, Ladeira da Fonte, Rua Professor Paulo Almeida, Rua Professor Aristides Novis e Avenida Reitor Miguel Calmon. A tarifa para estacionar na Zona Azul será de R$ 20, mesmo valor do ano passado. Os motoristas também têm a opção de deixar o carro nas 4 mil vagas remotas, no Shopping Salvador, Shopping Salvador Norte e na Arena Fonte Nova. Esses estacionamentos serão ligados aos circuitos através de 60 ônibus do Expresso Carnaval.

Plano de guerra antizika prevê gasto de R$ 120 mi e 30 centros de estudo da OMS

Plano de guerra antizika prevê gasto de R$ 120 mi e 30 centros de estudo da OMS
Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas
A Organização Mundial da Saúde (OMS) se lançou em uma corrida global contra o zika e o aumento dos casos de microcefalia. Os esforços têm como meta dar respostas ao fenômeno antes que essa situação atinja África e Ásia, regiões com as maiores taxas de natalidade do mundo. Nessa terça-feira, 2, a entidade começou a desenhar seu plano de resposta, com criação de até 30 centros de pesquisa pelo mundo e gasto inicial de R$ 120 milhões. Mas já indicou que o custo para deter as doenças e o Aedes aegypti será de "bilhões". Uma unidade especial com cerca de 50 especialistas foi criada na entidade, liderada pelo canadense Bruce Aylward. A OMS vai padronizar diagnósticos de microcefalia e abrir centros para tentar identificar a doença pelo mundo. "Trata-se de um verdadeiro plano de guerra", disse ao jornal O Estado de S. Paulo um dos integrantes da equipe. Na segunda-feira, o surto de casos de microcefalia e outros distúrbios neurológicos em regiões com registro de zika vírus foi definido pela entidade como emergência internacional. À reportagem, Aylward indicou que a operação vai custar US$ 10,5 milhões (R$ 42 milhões) só ao ser implementada. Em dez dias, um fundo global será lançado, com um apelo a doadores. "A operação vai certamente custar milhões de dólares", confirmou Anthony Costello, integrante da nova unidade e diretor do Departamento de Saúde Infantil da OMS. Ninguém esconde que a meta é começar a dar respostas sobre o vírus antes que ele chegue à África e à Ásia, continentes com serviços de saúde ainda mais precários e onde o Aedes é endêmico. Ontem, a Tailândia informou uma suspeita de zika e outros casos já surgem na Indonésia. "Essas populações não têm defesa em relação ao vírus", explicou Costello. "E o pior de tudo é que hoje não temos os instrumentos (de combate). Precisamos desesperadamente de produtos. O zika não tem um diagnóstico comercial e os testes que detectam o vírus só conseguem registrar quando ele está ativo, por cinco dias. E microcefalia também não é fácil de diagnosticar." Segundo ele, cientistas vão ser convocados para formular uma estratégia e reuniões com empresas e governos serão convocadas. Entre os especialistas, a pressa é grande ainda para encontrar uma explicação para o salto dos casos de microcefalia no Brasil. Ontem, boletim do Ministério da Saúde confirmou 404 casos da má-formação - 17 têm relação com o zika (mais informações na página A13). Uma das apostas é acompanhar o que está acontecendo na Colômbia, justamente para saber se as grávidas contaminadas pelo zika terão ali problemas de má-formação. "Estamos adotando a política de que a associação entre o mosquito e a microcefalia é culpada, até provada inocente", disse Costello. "Temos casos de 2014 na Polinésia Francesa e agora no Brasil. Mas vamos ter de esperar mais alguns meses. Até lá, controlar o vetor transmissor é prioridade. Não existe uma recomendação para não viajar. Mas mulheres que estão grávidas podem desejar reconsiderar suas viagens." Outra dificuldade que já surge é a falta de uma diretriz internacional para medir a circunferência de cabeças de crianças. "Precisamos de um padrão", disse o diretor do Departamento de Saúde Infantil. Para ele, não basta apenas medir as cabeças, mas também fazer acompanhamento das crianças por meses. "Por isso, precisamos criar centros pelo mundo." Ainda nessa terça-feira, a Unicef anunciou que está solicitando que doadores financiem um pacote de US$ 9 milhões para bancar uma operação pela América Latina. A organização das Nações Unidas para a infância quer agir especialmente em comunidades no Brasil para fortalecer a resposta contra o zika, orientando mulheres e grávidas sobre como evitar picadas. Já a Cruz Vermelha espera coletar US$ 2,3 milhões para apoiar "uma resposta regional". "A única forma de parar o vírus é controlar o mosquito e adotar medidas para reduzir a pobreza", declarou Walter Cotte, diretor nas Américas. "E temos de agir rápido", completou a diretora de Saúde, Julie Lyn Hall. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Paralisação de funcionários causa atrasos em aeroporto de Salvador

Paralisação de funcionários causa atrasos em aeroporto de Salvador
Foto: Divulgação
A paralisação das atividades de aeronautas e aeroviários programada para acontecer em 12 aeroportos do país, provoca atrasos no Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães. Segundo boletim da Infraero, dos 26 voos programados para sair da capital baiana entre 23h desta terça-feira (2) e 7h de hoje, seis apresentam atraso. O número equivale a 23,1% das viagens. O problema é mais crítico em São Paulo, Recife e Porto Alegre. No aeroporto de Congonhas, dos 35 voos programados, 11 atrasaram e 17 foram cancelados. Na capital pernambucana, 12 viagens atrasaram e cinco foram canceladas entre as 26 previstas. Na cidade gaúcha, 57,9% dos voos estão atrasados. Entre os 19 programados, 11 não cumpriram o horário e quatro foram cancelados. A greve de aeronautas e aeroviários está prevista para acontecer apenas na manhã desta terça. A categoria cobra reajuste de salários de 11% para repor a inflação.